Mancha Alvo

MANCHA ALVO

A TRAJETÓRIA DA
MANCHA ALVO

A mancha alvo é uma doença causada pelo fungo Corynespora cassiicola, podendo afetar mais de 300 espécies de plantas, tendo sido identificada pela primeira vez em 1945, nos EUA, e no Brasil, em 1976 no Paraná e posteriormente no estado de São Paulo. Em 1989, a doença foi relatada nos estados do Mato Grosso, do Mato Grosso do Sul e do Rio Grande do Sul.

Uma das formas de disseminação é a sobrevivência em restos de cultura e sementes infectadas, agindo nas lavouras seguintes às infectadas.

Os sintomas iniciais são pontuações pardas com halos amarelados que, quando desenvolvidas, tornam-se manchas circulares de cor castanha, com pontuação escura no centro, que causam severa desfolha. A mancha alvo também pode afetar hastes, vagens e raízes.

Por muito tempo a solução foi o uso de fungicidas de sítio específico, mas estes causaram a seleção de populações resistentes.

FUNGICIDA MULTISSÍTIO


UNIZEB GOLD

Quando a eficiência de fungicidas de sítio específico ficou comprometida, foi preciso pesquisar e compreender como o manejo da resistência poderia ser realizado.

As soluções foram os fungicidas multissítios, que são capaz de realizar o manejo da resistência com eficiência. O multissítio é a melhor estratégia de controle do complexo de doenças, não se limitando somente ao controle da ferrugem.

Atuando em diversas frentes, o multissítio evita a resistência do fungo, sendo uma estratégia ideal para garantir o sucesso da lavoura e o manejo.

MANEJO

A PRÁTICA DO
MANEJO Da RESISTÊNCIA

DA MANCHA ALVO

Praticar o manejo, cuidando para controlar a doença, é responsabilidade de todos. Há diversas boas práticas que podem e devem ser realizadas para evitar o aparecimento do fungo e aumento dos danos às lavouras.

Para realizar o Manejo da Resistência, siga as dicas essenciais:

  • Utilize os fungicidas multissítio preventivamente e de forma planejada, respeitando sua indicação de aplicação;
  • Faça rotação de fungicidas sítios específicos, não utilizando um único fungicida sítio específico em várias pulverizações;
  • Utilize sementes tratadas;
  • Faça a escolha por cultivares com boa tolerância à doença;
  • Realize a rotação de culturas com plantas não sensíveis.