FERRUGEM

A TRAJETÓRIA DA
FERRUGEM

Em 2001, a ferrugem na Soja (P. pachyrhizi), começou a demonstrar seus primeiros efeitos no Brasil. E com ela, alguns fungicidas também começaram a ser lançados no mercado com o intuito de controlar a doença para que a safra pudesse seguir seu caminho com qualidade até a colheita e venda.

Mas, ao longo dos anos, a realidade se mostrou diferente. Os fungicidas de sítio específico, que por algum tempo foram resposta no controle da doença, exerceram pressão de seleção sobre populações resistentes, levando a uma perda de sensibilidade do fungo a estes fungicidas.

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PARA O MERCADO NACIONAL

A eficiência de fungicidas de sítio específico ficou comprometida e o Brasil, sendo o segundo maior produtor de soja do mundo, começou a pesquisar e compreender de que forma o manejo da resistência poderia ser realizado.

Encontraram uma solução capaz de realizar o manejo da resistência com eficiência, o multissítio. Com essa alternativa foi trazida uma nova tecnologia visando ser a solução para os produtores que já estavam sofrendo das consequências da ferrugem:

 

  • Redução de sacas por hectare
  • Preço da saca
  • Peso do grão
  • Qualidade do grão
  • Baixa rentabilidade

MANEJO

A PRÁTICA DO
MANEJO Da RESISTÊNCIA

Não se há notícia prevista de algum novo modo de ação fungicida que permita auxiliar no controle da Ferrugem Asiática pelos próximos anos. Por isso, cuidar para que o problema de resistência não se agrave ainda mais é responsabilidade de todos que fazem parte da cadeia logística da soja.

E diante disso, o Manejo da Resistência com os métodos de controle correto são imprescindíveis para que não haja um aumento significativo dos prejuízos relacionados à ferrugem.

  • Rotação de culturas
  • Respeito ao vazio sanitário
  • Utilização dos fungicidas conforme recomendação das empresas.
  • Utilização de Multissítios para o manejo da resistência.

DICAS


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DICAS
E ESTRATÉGIAS
QUE DÃO CERTO!

  1. Utilizar sempre misturas comerciais formadas por dois ou mais fungicidas com modo de ação distintos;
  2. Os fungicidas parceiros devem fornecer controle satisfatório da doença-alvo quando utilizado sozinho;
  3. Aplicar o fungicida em doses e intervalos de aplicação recomendados em bula pelo fabricante;
  4. Não utilizar mais que duas aplicações de produtos do mesmo modo de ação;
  5. Os fungicidas devem ser utilizados preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas;
  6. A associação entre sítio específico e multissítio deve sempre ser priorizada;
  7. Eliminar plantas que possam ser eventuais hospedeiras;
  8. Respeitar o vazio fitossanitário.